Notícias : Os médicos acreditam ser um tumor. Mas o que eles tiram do corpo dela é muito mais chocante.

Os médicos acreditam ser um tumor. Mas o que eles tiram do corpo dela é muito mais chocante.

Mais de 40 anos...

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Os médicos acreditam ser um tumor. Mas o que eles tiram do corpo dela é muito mais chocante.

Zahra Aboutalib vive numa pequena aldeia em Marrocos. Ela é mãe adotiva de três crianças, que desde então já lhe deram netos, e vive uma vida simples e feliz. Mas a história de Zahra já teve momentos turbulentos, que quase custaram sua vida.

Em 1995, ela ficou grávida e estava ansiosa pela vinda do seu filho, mas algo não parecia normal. Ela entrou em trabalho de parto muito cedo, e depois de 48 horas, a criança ainda não tinha nascido. Sendo assim, foi levada ao hospital. Entenda, naquela época, os serviços médicos eram precários em Marrocos. Não havia nem exame de ecografia para mulheres grávidas. 

Quando eles quiseram realizar uma cesariana, ela ficou com medo. Um pouco antes desta consulta, outra mulher grávida sangrou até a morte na mesa de operação. Em pânico, a traumatizada Zahra fugiu do hospital. Em Marrocos existe a lenda do "bebé sonolento": por influências mágicas, uma criança pode nascer mais tarde do que o esperado. Naquele tempo, a lenda havia sido criada para que as mulheres não se preocupassem quando a hora de procriar chegasse. Como resultado, traições também podiam ser facilmente encobertas. Zahra estava convencida de que seu filho nasceria se ela simplesmente esperasse. Ela não tinha queixas, nunca foi à um médico e continuou com sua vida. Ela reprimiu completamente a ideia de que seu filho não havia nascido. 46 anos depois, quando estava com 75 anos de idade, começou a ter dores de estômago severas, que os médicos acreditavam ser um tumor.

Mas quando eles cortaram seu estômago, descobriram algo inacreditável:

Um bebé fossilizado! Desde 1955 ele estava sendo abrigado pelo ventre de Zahra e ficou petrificado pela absorção de cálcio.

A calcificação foi o que salvou a vida de Zahra, pois a protegeu de um possível envenenamento pela morte do bebé. Agora, as camadas calcificadas estavam tão duras, que resultaram em dor. O bebé nunca teria sobrevivido devido à gravidez ectópica. 

Neste caso, o embrião não se acomoda no útero, mas na cavidade abdominal. Lá, ele não tem muito espaço para se desenvolver. Claro, a mãe encontra-se em grande perigo pois a cavidade abdominal não foi feita para incubação. Por isso, é bastante comum hoje em dia, que este tipo de gravidez seja interrompido para a saúde da mãe.

O bebé de Zahra foi removido da sua barriga após 46 anos. Cientistas chamam este fenómeno de "Criança de Pedra" (lithopedion), e, até agora, só existiram 300 caso no mundo. Impressionante!

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Fonte: Naoacredito · Crédito foto: Naoacredito

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