Notícias : ​Elas nasceram unidas pelo cérebro e tiveram que ser separadas! É assustador o que os médicos tiveram que fazer!

​Elas nasceram unidas pelo cérebro e tiveram que ser separadas! É assustador o que os médicos tiveram que fazer!

Gémeas unidas pela cabeça passam por complicada cirurgia de separação

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Elas nasceram unidas pelo cérebro e tiveram que ser separadas! É assustador o que os médicos tiveram que fazer! 

Isso é tão raro de acontecer que nascimentos unidos pela cabeça só ocorremem 2% dos casos de siameses, que por sua vez, só acontece uma vez em cada 200 mil partos. Puxa!

O problema é que nem sempre é possível separar os irmãos e, quando é, as cirurgias costumam envolver riscos e ser supercomplicadas, e são bem mais arriscados para os bebês. As gêmeas nasceram em julho do ano passado por meio de uma cesárea e, desde então, o time do hospital passou meses realizando exames e estudando a melhor maneira de separa-las.

Eles corriam sério risco de perde-las, ou de conseguir salvar apenas uma, o mais difícil é determinar quais são as estruturas compartilhadas, em especial os vasos sanguíneos e veias relacionadas com a drenagem no cérebro, já que normalmente uma das crianças apresenta uma melhor condição que a outra. Sem falar nos desafios relacionados com a recuperação e o prognóstico a longo prazo.  

Elas correm risco de vida

30 pessoas participaram da cirurgia — incluindo cirurgiões, enfermeiros e uma equipe de apoio. Foram 11 horas de angustia e apreensão.

Primeiro, os médicos trataram as gêmeas como um único organismo e, depois, eles se dividiram em dois grupos para operar as meninas individualmente uma vez que a separação foi concluída.

A cirurgia foi meticulosamente organizada e todos os equipamentos utilizados foram codificados por meio de cores, uma para cada paciente.

Detalhes técnicos

Os médicos começaram a separação pelos vasos sanguíneos e pela dura-máter, a camada mais externa e resistente das meninges — sistema de membranas que envolvem e protegem o cérebro —, e a etapa mais complicada foi a separação do seio sagital. Por fim, a equipe se dividiu em dois times, e cada um prosseguiu com a parte reconstrutiva da operação.

De acordo com os médicos, pode ser que elas tenham que passar por novas cirurgias, mas podem receber alta até o final do ano. As garotinhas acabaram de passar por uma longa cirurgia nos EUA e, de momento, parece que as duas estão reagindo bem.

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Fonte: Megacurioso · Crédito foto: Megacurioso

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