Notícias : ​A mãe diz à professora da sua filha que desaperte o seu sutiã. A razão arrisca verdadeiramente surpreendê-lo.

​A mãe diz à professora da sua filha que desaperte o seu sutiã. A razão arrisca verdadeiramente surpreendê-lo.

Todos os detalhes no interior ...

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A mãe diz à professora da sua filha que desaperte o seu sutiã. A razão arrisca verdadeiramente surpreendê-lo.

A história que lhe vamos contar é muito especial.

De facto, desconhecemos se ela aconteceu verdadeiramente e de onde provém, mas ela circula muito pelas redes sociais desde há alguns dias.

Apesar disso, pouco importa se é verdadeira ou não, só importa que a sua mensagem seja entendida.

Foi então uma mãe que foi chamada à escola que a sua filha frequenta.

Parece que a adolescente teve um conflito com outra estudante.

Então, quando a mãe foi entender as razões que levaram aquela luta, ela percebeu que a escola não tinha percebido.

Veja então a história contada pela mãe:

“Eu sou enfermeira nas urgências de um hospital. Nós não somos autorizados a ter os nossos telemóveis conosco, portanto deixamo-los nos cacifos. O hospital recebeu um pedido privado para mim.

No outro lado da linha: “ É o senhor Moreau, do liceu Victor Hugo. Houve um incidente com a sua filha. Pedimos a sua presença.”

Eu: “Ela está maldisposta ou magoada? É possível que termine o meu serviço dentro de dias horas?”

Moreau: “A sua filha bateu noutro aluno. Já a estamos a tentar contatar há 45 minutos. É grave.”

Eu fui até à escola onde me encaminharam até ao escritório do diretor. Lá, encontrava-se a minha filha, um professor, uma conselheira, o diretor, um rapaz com o nariz em sangue e a cara toda vermelha e os seus pais.

O diretor: “Bom dia, é muito simpático da sua parte por se ter FINALMENTE juntado a nós!”

Eu: “Sim, estamos muito ocupados nas urgências do hospital. Passei a última hora a dar 40 pontos de sutura a uma criança de 7 anos que foi agredida pela sua mãe com um escadote de metal e a seguir tive que responder a dois questionários da polícia. Peço desculpa pelo atraso.”

Depois de lutar para não parecer envergonhado, ele contou-me o que aconteceu. O rapaz partiu o sutiã da minha filha e ela respondeu-lhe com dois socos na cara. Estava com a impressão que eles estavam mais chateados com a minha filha do que com o rapaz.

Eu: “Ah, e querem saber se eu desejo apresentar queixa contra ele por assédio sexual à minha filha e contra a escola por o ter deixado acontecer?”

Ficaram todos com um ar desconfortável depois de ter pronunciado as palavras “assédio sexual” e começaram todos a falar ao mesmo tempo.

O professor: “Não acho que seja assim tão grave.”

A conselheira: “Não se pode dramatizar.”

O diretor: “Creio que você não tenha entendido muito bem a situação.”

A mãe do rapaz estava a chorar. Virei-me para a minha filha para saber o que tinha verdadeiramente acontecido.

A minha filha: “Ele não parava de tirar o meu sutiã. Eu pedi-lhe que parasse, mas ele continuou. Eu disse ao professor. Ele disse-me para o ignorar. Mas ele continuou e desapertou o meu sutiã, pelo que eu lhe bati. Depois ele parou de me incomodar.”

Eu virei-me para o professor.

Eu: “Você deixou que ele fizesse aquilo? Porque é que não o mandou parar? Gostaria que eu tocasse na sua baguete?”

O professor: “Desculpe!?”

Eu: “Ah, isso já lhe parece indecente? Porque não vai desapertar um pouco o sutiã da conselheira? E ver até que ponto ela acha divertido. Ou o sutiã da sua mãe? Ou o meu? Ou o da minha filha? Você acha que agora que eles são apenas crianças, não é grave é?”

O diretor: “Com todo o nosso respeito, a sua filha bateu noutra criança.”

Eu: “Não. A minha filha defendeu-se dum ataque de outro aluno que a assediou sexualmente. Olhem para eles: ele tem quase mais um metro de altura do que ela. Quantas vezes é que ela pediu que ele lhe deixasse de tocar? Se a pessoa que é suposto a ajudar e proteger na aula não o faz, o que quer que ela faça? Ele tirou-lhe o sutiã de tão forte que o puxou!”

A mãe do rapaz continuava ainda a chorar e o pai dele tinha um ar de tanto enervado como envergonhado. O professor evitava o meu olhar. Olhei o diretor nos olhos.

Eu: “Eu vou levá-la a casa. Acho que ele já aprendeu a lição. E espero que algo do género nunca volte a acontecer, não só à minha filha, mas a todas as raparigas da escola. Vocês não o deixariam acontecer a um membro da equipa de docentes, portanto fico chocada quando vejo que um rapaz brincar com o sutiã de uma rapariga de 15 anos não parece ser um problema para vocês.  Irei falar com o presidente do conselho de administração. E se tu (virando-me para o rapaz) tocares na minha filha MAIS ALGUMA VEZ, eu faço com que sejas preso por agressão sexual. Percebeste?”

A raiva só me passou depois de termos ido buscar as coisas da minha filha e nos termos vindo embora. Comuniquei o incidente aos membros do conselho de administração, conhecia vários da igreja (é uma escola católica), e asseguraram-me que iriam tratar do assunto. Eles também ficaram chocados e disseram-me que iriam contatar a escola. A minha filha foi colocada noutra turma para não ter mais contato com aquele professor e aquele aluno.”

Ainda bem que a mãe falou com os responsáveis pela escola, caso contrário, a pobre adolescente poderia ainda não ter sido compreendida.

Uma salva de palmas para esta mãe!

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Fonte: Ayoye · Crédito foto: Ayoye

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