Famosos : Veja a resposta da ASAE a Pesadelo na cozinha

Veja a resposta da ASAE a Pesadelo na cozinha

Porquê a ASAE não fecha estes estabelecimentos?

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O programa da TVI "Pesadelo na Cozinha" tem sido um sucesso. Mas é muito triste e preocupante que casas sem quaisquer condições de higiene estejam abertas ao publico

O site Impala.pt questionou a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), entidade especializada na Segurança Alimentar e da Fiscalização Económica, para averiguar como é que restaurantes que surgem no programa da TVI, Pesadelo na Cozinha, estão abertos ao público sem terem as condições mínimas de funcionamento.

Questionada sobre o valor das coimas aplicadas, a ASAE referiu apenas quantos estabelecimentos foram avaliados em 2016.

Foram fiscalizados cerca de 10.000 estabelecimentos de restauração e bebidas, onde se incluem alguns dos operadores económicos visualizados no programa “Pesadelo na Cozinha”, tendo-se verificado 289 suspensões por falta de asseio e higiene.”

Na página oficial do Facebook do Pesadelo na Cozinha a pergunta mais frequente dos utilizadores é: “Como é que a ASAE não fecha estes estabelecimentos?” A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica responde:

“Enquanto Autoridade Competente do Controlo Oficial dos Géneros Alimentícios, tem no âmbito do seu Plano de Inspeção e Fiscalização (PIF) uma atuação pró-ativa, baseada no risco alimentar, ao longo de toda a cadeia alimentar, abrangendo a produção primária, a transformação, a preparação, a armazenagem e a distribuição, onde se incluem os estabelecimentos de restauração e bebidas.”

Esta entidade adianta ainda que, para além deste primeiro plano, são feitos outros dois.  Um destes é o Plano Nacional de Fiscalização Alimentar (PNFA), que tenta responder às denúncias, reclamações e redes de alerta. O segundo é o Plano Nacional de Colheita de Amostras (PNCA) que verifica se os alimentos colocados no mercado são, ou não, seguros para a saúde pública e tenta salvaguardar os interesses dos consumidores.

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Fonte: www.impala.pt · Crédito foto: www.impala.pt

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