Animais : ​Ele adotou um cão, depois encontra uma carta misteriosa do antigo dono do animal. A carta irá fazê-lo chorar…

​Ele adotou um cão, depois encontra uma carta misteriosa do antigo dono do animal. A carta irá fazê-lo chorar…

Todos os detalhes no interior ...

Publicado por Vamos lá Portugal em Animais
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Ele adotou um cão, depois encontra uma carta misteriosa do antigo dono do animal. A carta irá fazê-lo chorar…

Às vezes existem histórias a circular na internet e, apesar de não sabermos se são verdadeiras, nós queremos muito que o sejam.

É precisamente o caso desta história que partilhamos hoje contigo.

Então, um homem adotou um cão e, para sua surpresa, descobre uma carta do antigo dono do animal deixada para a pessoa que o adotasse.

Agora, vai buscar os teus lenços, porque sem dúvida que vais precisar deles!

É muito emocionante!

Aqui vai a história:

“Eu queria adotar um cão, então fui ao canil onde conheci o Reggie, um labrador, e sabia que queria adota-lo.

Ao fim de duas semanas pensei que o canil se tinha enganado ao confiar-me o Reggie, porque tivemos um início complicado. Tínhamos problemas em coabitar.

Então, um dia, eu vi um envelope juntamente com as coisas do Reggie. Eu esqueci-me totalmente daquilo. Tirei-a e disse ao Reggie “Bem, espero que o teu professor me tenha dado conselhos. ”

“Para quem adotar o meu cão:

Bem, eu não posso dizer que estou muito feliz por estares a ler esta carta, que só poderá ser aberta pelo novo dono do Reggie. Nem feliz estou por escrevê-la. Se estás a ler esta carta, é sinal que acabei de deixar o meu labrador no canil. Ele sabia que algo estava errado.

Deixa-me contar-te coisas acerca do meu labrador, esperando que vos ajude a se darem melhor.

Antes de mais, ele adora bolas de ténis. Quantas mais, melhor. Por vezes pergunto-me se ele é parte esquilo, pela maneira que as guarda. Normalmente, ele tem duas na boca e tenta ter uma terceira. Mas ainda não foi bem-sucedido. Não importa para onde a mandas, ele vai busca-la, por isso tem cuidado – não a mandes para perto da estrada.

Depois as ordens. O Reggie sabe as básicas – “senta”, “deita”, “anda”. Ele também conhece os gestos. Ele responde a “bola”, “come”, “osso” e “presente”.

Ele deve ser alimentado duas vezes por dia, às sete da manhã e às seis da tarde.

Ele está vacinado. Atenção, o Reggie odeia o veterinário. Coragem para o levar para o carro – não sei como é que ele sabe quando é a hora de ir ao veterinário, mas ele sabe.

Por último, dá-lhe tempo para se adaptar. Ao longo da sua vida, foi sempre só eu e ele. Ele estava sempre comigo, por isso por favor deixa-o acompanhar-te para todo o lado. Ele gosta de se sentar no banco de trás do carro e ele não ladra. Ele adora estar rodeado de pessoas.

Tenho que partilhar um pequeno segredo contigo… o nome dele não é Reggie. Ele é muito inteligente por isso vai acostumar-se a esse nome. Mas não porque não consegui dar ao canil o seu nome verdadeiro. Mas se alguém ler esta carta, significa que és o novo dono do meu cão, e deves saber o seu verdadeiro nome. Ele chama-se Tank, porque é o que eu conduzo.

Eu disse ao canil que não estariam autorizados a dar o “Reggie” para adoção sem o meu supervisor lhes dizer. Os meus pais já morreram. Não tenho irmãos nem irmãs, não tenho ninguém com quem deixar o Tank… a única coisa que pedi ao Exército quando me mandaram para o Iraque foi que, se fosse necessário, o canil seria avisado para pôr o Tank para adoção. E se estás a ler estas palavras, o meu supervisor cumpriu a sua promessa.

O Tank foi a minha família durante 6 anos, quase tanto tempo como o que estive no exército. E agora, espero que o trates como tua família e que ele te ame como me amou a mim.

Se eu tiver que abandonar o Tank para prevenir que os terroristas venham para os Estados Unidos, fico orgulhoso por o fazer. É a prova da minha devoção e amor. Espero que tenha honrado o Tank ao servir o meu país.

Vou para a frente de batalha esta noite e ainda tenho que deixar esta carta no canil. Acho que não consigo dizer Adeus ao Tank outra vez. Chorei demasiado na primeira vez. Talvez vá ver como é que ele está e se finalmente conseguiu pôr a terceira bola de ténis na boca.

Boa sorte com o Tank. Abraça-o todas as noites por mim.

Obrigado,

Paul Mallory”

Eu coloquei a carta no envelope. Claro que já tinha ouvido falar do Paul Mallory. Toda a gente o conhece. Um jovem rapaz, morto no Iraque alguns meses antes, recebeu a Estrela Prateada após a sua morte por sacrificar a sua vida ao salvar três colegas.

Inclinei a minha cadeira e olhei para o cão.

“Olá Tank”, disse baixinho. Ele levantou a cabeça, ergueu as orelhas e os seus brilhantes olhos.

“Anda cá”, ele saltou instantaneamente. Sentou-se à minha frente, a sua cabeça inclinou, ouvindo um nome que já não ouvia há meses.

“Tank”, murmurei. Ele mexeu a cauda.

“Somos só eu e tu, Tank”. O teu velho amigo disse-me. O Tank lambeu-me a bochecha.

“Queres jogar à bola? ”. As suas orelhas levantaram-se.

O Tank desapareceu para outro quarto. E quando voltou, tinha 3 bolas de ténis na cara. ”

Admite que esta é uma história emocionante.

É difícil não ter ficado tocado ao lê-la.

Não hesites em partilha-la com os teus amigos que adoram cães! Eles vão, certamente, se reconhecer!

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Fonte: Ayoye
Crédito foto: Ayoye

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